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Hospital Municipal M'Boi Mirim

Resumo do Hospital Score

Feito por IA · dados do CNES

Hospital geral público municipal de porte grande no Jardim Ângela, São Paulo, com 341 leitos, 279 deles pelo SUS. Tem pronto-socorro 24 horas, maternidade e 102 leitos de UTI (adulto, pediátrica e neonatal), além de leitos de pediatria, ortopedia e trauma e saúde mental. Atende pelo SUS.

Escrito por IA só com o cadastro do Ministério da Saúde (CNES, set/2026) e conferido contra os números do cadastro.

Público SUS PS 24h porte grande · 341 leitos

Para que serve · leitos e serviços cadastrados no CNES (set/2026)
  • PS 24h
  • Maternidade 48 leitos
  • UTI adulto 60 leitos
  • UTI pediátrica 10 leitos
  • UTI neonatal 32 leitos
  • Pediatria 40 leitos
  • Ortopedia e trauma 28 leitos
  • Saúde mental 10 leitos
  • Doença renal / diálise serviço
  • Diagnóstico por imagem serviço
  • SUS 279 leitos
Nota no Google3,6 ★1.070 avaliações · 23/10/2026
Leitos341279 SUS · 102 de UTI · CNES set/2026
Ranking na região26º de 49Centro

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  1. Epa Dutra 2 meses atrás

    Bom dia!Meu pai foi internado no dia 17/06/26 e faleceu no dia 17/07/26,nesse período notei que a ADMINISTRAÇÃO DO HOSPITAL não se faz presente e na FISCALIZAÇÃO do Andamento do cotidiano do hospital, e isso acaba colocando em risco o tratamento humanizado dos que buscam um atendimento acolhedor e SEGURO NOS PROCEDIMENTOS . Percebi que as(os) atendentes não tem informações corretas para passar para os parentes que buscam informações sobre seus entes queridos, O ACESSO A OUVIDORIA PRESENCIALMENTE É RESTRINGIDO PARA QUE POSSSANOS FORMALIZAR RECLAMAÇÕES E SUGESTÕES para a melhoria do atendimento, o telefone disponível que ligamos só chama e ninguém atende ,e quando atende não falam nada e desligam ,na UTI quando tem profissionais que realmente procuram fazer o seu trabalho com humanidade e profissionalismo que todos têm direito e merecem são trocados ,há uma ROTATIVIDADE MUITO GRANDE DOS PROFISSIONAIS (médicos, enfermeiros,e técnicos),e isso é extremamente prejudicial ao paciente pois o médico que começou a tratar o paciente não é o mesmo que conclui o atendimento até o final,Vi muitas brincadeiras desnecessárias de alguns profissionais em um ambiente que EXIGE TOTAL ATENÇÃO AOS PACIENTES, pois na UTI cada segundo de desatenção significa morte de uma pessoa. É importante salientar que graças a DEUS ainda existe profissionais que realmente são comprometidos com o bem estar e a vida dos pacientes e a eles(elas) meu total respeito, mas aos profissionais que não honram suas profissõ

  2. Thamires Baroni 2 meses atrás

    No dia 24/08/2025, um dia antes da minha internação, procurei o Hospital do M'Boi Mirim porque estava com febre, dores e sangramento. Na ocasião, fui medicada para controlar a febre, realizaram um cardioto e, em seguida, fui orientada a voltar para casa. A causa da febre não foi investigada.No dia seguinte, 25/08/2025, por volta das 19h, retornei ao hospital pela emergência já com a bolsa rompida, dois dedos de dilatação e sentindo dores muito intensas. Logo na admissão aferiram diversos sinais vitais, porém não verificaram minha temperatura. Eu mesma solicitei que aferissem, e foi constatada febre (37,8 °C). Após exames, fui informada de que estava com corioamnionite, uma infecção no líquido amniótico, iniciando imediatamente o tratamento com antibióticos. Ao receber esse diagnóstico, fiquei com a sensação de que a infecção já poderia estar presente no atendimento do dia anterior, quando procurei o hospital com febre, dores e sangramento, mas não houve investigação da causa da febre antes de eu ser liberada para casa. Hoje, quase um ano depois, também descobri que essa infecção deixa o colo do útero extremamente sensível, aumentando muito a intensidade da dor. Isso explica por que eu não conseguia ficar em pé, caminhar ou até mesmo realizar o toque vaginal sem sentir dores insuportáveis. Infelizmente, fui atendida pela enfermeira Michele (não me recordo do sobrenome) e pela médica residente Dra. Ana Paula de Andrade Lisboa da Silva, e minha experiência com ambas foi muito ne

  3. paty lira 4 meses atrás

    Venho fazer um apelo em nome da minha mãe, de 74 anos, que está internada aguardando um cateterismo após dar entrada com suspeita de infarto. Entendo que os hospitais enfrentam superlotação e que os profissionais trabalham sob grande pressão. Sou muito grata pelo atendimento e pela dedicação da equipe. Porém, como filha, estou sofrendo ao ver minha mãe nessa situação. Ela é uma idosa com sequelas de AVC, possui deficiência física, tem dificuldade para falar e para ouvir. Mesmo assim, está acomodada em uma poltrona na sala de medição enfermaria lotada, aguardando um procedimento cardíaco importante. Minha mãe não consegue compreender facilmente as orientações médicas, tem dificuldade para se comunicar e necessita de atenção especial. Cada vez que preciso me ausentar, fico angustiada pensando se ela conseguirá ouvir quando for chamada, entender quando receber uma medicação ou pedir ajuda caso passe mal. É muito doloroso ver uma pessoa idosa, fragilizada e vulnerável passar por isso. Não estou buscando privilégios, apenas dignidade, segurança e condições mínimas de conforto para alguém que já enfrenta tantas limitações. Procurei a assistência social na esperança de encontrar uma solução, mas até o momento não tive retorno. Por isso, deixo aqui meu pedido sincero para que a situação da minha mãe seja reavaliada com urgência. Peço que olhem para ela não apenas como mais uma paciente, mas como uma mãe, uma avó, uma pessoa que merece respeito e cuidado neste momento tão delicado de

  4. janaina silva 4 meses atrás

    No dia 07/06/2026 estive no Pronto-Socorro com meu filho e gostaria de registrar meu agradecimento e reconhecimento pelo excelente atendimento que recebemos. Tivemos uma experiência muito positiva desde a nossa chegada. Os médicos que atenderam meu filho foram extremamente atenciosos, cuidadosos e demonstraram grande profissionalismo. As técnicas de enfermagem realizaram as medicações com muito carinho e dedicação, tratando meu filho com respeito e acolhimento. Durante o período em que permaneci na unidade, também pude observar o cuidado e a atenção dispensados a outras crianças e suas famílias. Gostaria ainda de destacar os doutores do Centro Cirúrgico, a equipe de enfermagem do andar e os seguranças, que foram sempre prestativos, educados e atenciosos. Vocês realizam um trabalho lindo, humano e acolhedor, fazendo toda a diferença em momentos tão delicados para os pacientes e seus familiares. Meu muito obrigada a todos pelo carinho, dedicação e profissionalismo.

  5. Ayane Ribeiro 9 meses atrás

    Fui ao hospital que é o mais próximo pois estava com a saturação baixa e me sentindo mal, estou gestante. Desde domingo eu estava com sintomas estranhos e cansaço além do normal, mesmo com a saturação baixa, a enfermeira que fez a triagem me deu classificação verde, fui para o primeiro andar para maternidade, passaram duas pessoas que tinham a mesma classificação que eu, que tinha chegado depois de mim, na minha frente. Fui questionar a recepção e inventaram a desculpa lá pra abafar dizendo que as medicas avaliam de acordo as semanas( sendo que uma coisa não tem nada a ver com outra). Fui atendida por uma médica loirinha( se não me engano se chama Dani) médica super grosseira, perguntei a ela se poderia solicitar uma ultrassom para ver meu filho pois estava preocupada com sintomas, e a mesma me respondeu de uma forma ríspida da seguinte forma: “ aqui não é laboratório para pedir exames não” “tem pessoas que estão desde 9 horas esperando a ultrassom e não tem necessidade do exame”. Não pediu um exame de sangue pra verificar minha situação, deduziu que eu estava com infecção urinária e passou medicação para mim, incluindo remédio de enjoo( dramin e ondasentrona) sendo que nenhum momento da consulta eu referir estar com enjoos , náuseas ou vomitando. Nisso tomei as medicações e pedi para que não me retornasse com ela pela situação constrangedora que passei, quando vi, a técnica tinha colocado pra eu passar com ela novamente e uma moça que trabalha lá foi falar com ela ( a médica

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  1. Epa Dutra 2 meses atrás

    Bom dia!Meu pai foi internado no dia 17/06/26 e faleceu no dia 17/07/26,nesse período notei que a ADMINISTRAÇÃO DO HOSPITAL não se faz presente e na FISCALIZAÇÃO do Andamento do cotidiano do hospital, e isso acaba colocando em risco o tratamento humanizado dos que buscam um atendimento acolhedor e SEGURO NOS PROCEDIMENTOS . Percebi que as(os) atendentes não tem informações corretas para passar para os parentes que buscam informações sobre seus entes queridos, O ACESSO A OUVIDORIA PRESENCIALMENTE É RESTRINGIDO PARA QUE POSSSANOS FORMALIZAR RECLAMAÇÕES E SUGESTÕES para a melhoria do atendimento, o telefone disponível que ligamos só chama e ninguém atende ,e quando atende não falam nada e desligam ,na UTI quando tem profissionais que realmente procuram fazer o seu trabalho com humanidade e profissionalismo que todos têm direito e merecem são trocados ,há uma ROTATIVIDADE MUITO GRANDE DOS PROFISSIONAIS (médicos, enfermeiros,e técnicos),e isso é extremamente prejudicial ao paciente pois o médico que começou a tratar o paciente não é o mesmo que conclui o atendimento até o final,Vi muitas brincadeiras desnecessárias de alguns profissionais em um ambiente que EXIGE TOTAL ATENÇÃO AOS PACIENTES, pois na UTI cada segundo de desatenção significa morte de uma pessoa. É importante salientar que graças a DEUS ainda existe profissionais que realmente são comprometidos com o bem estar e a vida dos pacientes e a eles(elas) meu total respeito, mas aos profissionais que não honram suas profissõ

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  2. Thamires Baroni 2 meses atrás

    No dia 24/08/2025, um dia antes da minha internação, procurei o Hospital do M'Boi Mirim porque estava com febre, dores e sangramento. Na ocasião, fui medicada para controlar a febre, realizaram um cardioto e, em seguida, fui orientada a voltar para casa. A causa da febre não foi investigada.No dia seguinte, 25/08/2025, por volta das 19h, retornei ao hospital pela emergência já com a bolsa rompida, dois dedos de dilatação e sentindo dores muito intensas. Logo na admissão aferiram diversos sinais vitais, porém não verificaram minha temperatura. Eu mesma solicitei que aferissem, e foi constatada febre (37,8 °C). Após exames, fui informada de que estava com corioamnionite, uma infecção no líquido amniótico, iniciando imediatamente o tratamento com antibióticos. Ao receber esse diagnóstico, fiquei com a sensação de que a infecção já poderia estar presente no atendimento do dia anterior, quando procurei o hospital com febre, dores e sangramento, mas não houve investigação da causa da febre antes de eu ser liberada para casa. Hoje, quase um ano depois, também descobri que essa infecção deixa o colo do útero extremamente sensível, aumentando muito a intensidade da dor. Isso explica por que eu não conseguia ficar em pé, caminhar ou até mesmo realizar o toque vaginal sem sentir dores insuportáveis. Infelizmente, fui atendida pela enfermeira Michele (não me recordo do sobrenome) e pela médica residente Dra. Ana Paula de Andrade Lisboa da Silva, e minha experiência com ambas foi muito ne

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  3. paty lira 4 meses atrás

    Venho fazer um apelo em nome da minha mãe, de 74 anos, que está internada aguardando um cateterismo após dar entrada com suspeita de infarto. Entendo que os hospitais enfrentam superlotação e que os profissionais trabalham sob grande pressão. Sou muito grata pelo atendimento e pela dedicação da equipe. Porém, como filha, estou sofrendo ao ver minha mãe nessa situação. Ela é uma idosa com sequelas de AVC, possui deficiência física, tem dificuldade para falar e para ouvir. Mesmo assim, está acomodada em uma poltrona na sala de medição enfermaria lotada, aguardando um procedimento cardíaco importante. Minha mãe não consegue compreender facilmente as orientações médicas, tem dificuldade para se comunicar e necessita de atenção especial. Cada vez que preciso me ausentar, fico angustiada pensando se ela conseguirá ouvir quando for chamada, entender quando receber uma medicação ou pedir ajuda caso passe mal. É muito doloroso ver uma pessoa idosa, fragilizada e vulnerável passar por isso. Não estou buscando privilégios, apenas dignidade, segurança e condições mínimas de conforto para alguém que já enfrenta tantas limitações. Procurei a assistência social na esperança de encontrar uma solução, mas até o momento não tive retorno. Por isso, deixo aqui meu pedido sincero para que a situação da minha mãe seja reavaliada com urgência. Peço que olhem para ela não apenas como mais uma paciente, mas como uma mãe, uma avó, uma pessoa que merece respeito e cuidado neste momento tão delicado de

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  4. janaina silva 4 meses atrás

    No dia 07/06/2026 estive no Pronto-Socorro com meu filho e gostaria de registrar meu agradecimento e reconhecimento pelo excelente atendimento que recebemos. Tivemos uma experiência muito positiva desde a nossa chegada. Os médicos que atenderam meu filho foram extremamente atenciosos, cuidadosos e demonstraram grande profissionalismo. As técnicas de enfermagem realizaram as medicações com muito carinho e dedicação, tratando meu filho com respeito e acolhimento. Durante o período em que permaneci na unidade, também pude observar o cuidado e a atenção dispensados a outras crianças e suas famílias. Gostaria ainda de destacar os doutores do Centro Cirúrgico, a equipe de enfermagem do andar e os seguranças, que foram sempre prestativos, educados e atenciosos. Vocês realizam um trabalho lindo, humano e acolhedor, fazendo toda a diferença em momentos tão delicados para os pacientes e seus familiares. Meu muito obrigada a todos pelo carinho, dedicação e profissionalismo.

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  5. Ayane Ribeiro 9 meses atrás

    Fui ao hospital que é o mais próximo pois estava com a saturação baixa e me sentindo mal, estou gestante. Desde domingo eu estava com sintomas estranhos e cansaço além do normal, mesmo com a saturação baixa, a enfermeira que fez a triagem me deu classificação verde, fui para o primeiro andar para maternidade, passaram duas pessoas que tinham a mesma classificação que eu, que tinha chegado depois de mim, na minha frente. Fui questionar a recepção e inventaram a desculpa lá pra abafar dizendo que as medicas avaliam de acordo as semanas( sendo que uma coisa não tem nada a ver com outra). Fui atendida por uma médica loirinha( se não me engano se chama Dani) médica super grosseira, perguntei a ela se poderia solicitar uma ultrassom para ver meu filho pois estava preocupada com sintomas, e a mesma me respondeu de uma forma ríspida da seguinte forma: “ aqui não é laboratório para pedir exames não” “tem pessoas que estão desde 9 horas esperando a ultrassom e não tem necessidade do exame”. Não pediu um exame de sangue pra verificar minha situação, deduziu que eu estava com infecção urinária e passou medicação para mim, incluindo remédio de enjoo( dramin e ondasentrona) sendo que nenhum momento da consulta eu referir estar com enjoos , náuseas ou vomitando. Nisso tomei as medicações e pedi para que não me retornasse com ela pela situação constrangedora que passei, quando vi, a técnica tinha colocado pra eu passar com ela novamente e uma moça que trabalha lá foi falar com ela ( a médica

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Até 5 comentários mais recentes devolvidos pela Google Places API na leitura de 23/10/2026. Opiniões dos autores, publicadas no Google Maps.

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Ficha do estabelecimento (CNES)

CNES5718368
TipoHospital Geral
EsferaMunicipal
Natureza jurídicaORGAO PUBLICO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL
GestãoMunicipal
AtendimentoSUS
Portegrandepor leitos: ≤ 50 pequeno · 51–150 médio · 151–500 grande · > 500 especial
Serviços especializados22tipos de serviço no CNES
EndereçoEstrada do Mboi Mirim, 5203Jardim Ângela · CEP 04948-970
Telefone11 32851184
Horário24 horas, todos os diascadastro oficial (CNES)
Atualização no CNES05/10/2026
Leitos por tipo · 12 tipos, 341 leitos
TipoEspecialidadeTotalSUS
ClínicoCLINICA GERAL8080
Complementar (UTI/UCI)UTI-A TIPO II6020
PediátricoPEDIATRIA CLINICA4040
ObstétricoOBSTETRICIA CIRURGICA3838
CirúrgicoCIRURGIA GERAL2828
CirúrgicoORTOPEDIATRAUMATOLOGIA2828
Complementar (UTI/UCI)UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIARIOS NEONATAL CONVENCIONAL220
Complementar (UTI/UCI)UTI PEDIATRICA - TIPO II1010
Complementar (UTI/UCI)UTI NEONATAL - TIPO II1010
ObstétricoOBSTETRICIA CLINICA1010
Outras especialidadesPSIQUIATRIA1010
Hospital-diaCIRURGICO/DIAGNOSTICO/TERAPEUTICO55
Serviços e especialidades (CNES) · 22
  • Serviço de Atenção ao Pre-Natal, Parto e Nascimento
  • Serviço de Atenção Domiciliar
  • Atenção Psicossocial
  • Serviço de Diagnóstico por Anatomia Patologica Eou Citopato
  • Serviço de Diagnóstico por Imagem
  • Serviço de Diagnóstico por Metodos Graficos Dinamicos
  • Serviço de Farmacia
  • Serviço de Fisioterapia
  • Serviço de Hemoterapia
  • Atenção a Doença Renal Crônica
  • Serviço de Oftalmologia
  • Serviço de Suporte Nutricional
  • Serviço de Urgência e Emergência
  • Serviço de Endoscopia
  • Serviço de Diagnóstico de Laboratório Clínico
  • Serviço de Videolaparoscopia
  • Hospital Dia
  • Atenção as Pessoas em Situação de Violência Sexual
  • Atenção em Urologia
  • Comissões e Comitês
  • Atenção ao Luto Materno e Parental
  • Imunização

Onde fica

Perto daqui

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