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Vivencia Psiquiatria Dinamica

Resumo do Hospital Score

Feito por IA · dados do CNES

Hospital privado especializado em saúde mental, de porte pequeno, na Fazenda Santa Cândida, em Campinas, com 20 leitos de psiquiatria. Funciona 24 horas e atende por convênio e particular; não atende pelo SUS.

Escrito por IA só com o cadastro do Ministério da Saúde (CNES, set/2026) e conferido contra os números do cadastro.

Privado · convênio e particular · 24 horas porte pequeno · 20 leitos

Para que serve · leitos e serviços cadastrados no CNES (set/2026)
  • Saúde mental 20 leitos
Nota no Google3,9 ★71 avaliações · 23/10/2026
Leitos200 SUS · CNES set/2026
Ranking na região25º de 88Região de Campinas

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  1. Andrews Mingatto 4 meses atrás

    No tempo em que eu estive internado nessa hostilidade em 2008 eu não era nada nem ninguém, era tratado e desrespeitado feito bicho. Até na hora do almoço quando eu ia me servir os enfermeiros (até os pacientes) ficavam em cima reparando e regulando a quantidade que eu pegava de comida, aliás, nem deixavam eu me servir, eles que faziam meu prato e colocavam pouca comida que nem matava minha fome direito. Essa clínica é horrível, maldita, hostil e desrespeitosa para com o paciente. Nem pagando eu fui respeitado (você que paga eles que impõem regras e limite sem o menor respeito) e sim tratado feito animal de zoológico. Só me encheram de medicamentos, sarar do meu transtorno psiquiátrico que é bom e maravilhoso nada nem nunca. Minha vivência neste lugar era como se eu fosse detento de cadeia e os enfermeiros os carcereiros.

  2. Flávia Lewinski Capp 6 meses atrás

    Dra. Sandra e Dra. Aída, melhores profissionais (psiquiatras) que conheci. Sou muito grata. Se não fossem as duas não sei o que seriam de mim. A Bacelar e a Priscila tbm, que são da equipe do HD são maravilhosas. Obrigada por tudo meninas. Que Deus os abençoe sempre. Amo muito.💕

  3. Mayra Marçal um ano atrás

    Meu relato é bem parecido com o da Vívian, aqui no Google. Me colocaram em uma sala com meu pai e fizeram um monte de perguntas, que eu não gostaria de responder perto dele. Consegui ficar 2 dias na clínica apenas. Me mantinham dopada o dia todo. Enfermeiros nem olhavam na minha cara. Quando solicitei a alta pedido ligaram para o meu pai falando que eu estava muito mal e ele não deveria concordar. No dia seguinte na hora da medicação, não tomei e deixei debaixo da língua e como eles não verificam eu cuspi depois, então menos dopada liguei novamente para o meu pai e ele percebeu que eu estava mais calma. Ainda sim ficaram horas tentando fazer meu pai me deixar lá. Apenas quando citei a lei, que minha internação era voluntária e eles não podiam me obrigar, que agilizaram a alta. Avisei na triagem que eu estava investigando Borderline, e não deram atenção (posteriormente um psiquiatra especialista confirmou o borderline e me disse que a medicação que a clínica me deu não podia ser usada por Borderline). Como um psiquiatra, avisado dessa condição me receita um medicamento que atenua a condição? Para ser justa apenas a comida é boa, e o local limpo. Virou meu pesadelo. Mas agora com o TRATAMENTO CORRETO, COM UM MÉDICO ESPECIALISTA NO QUE EU REALMENTE TENHO estou ótima e sem crises

  4. Vivian Pereira um ano atrás

    Foi o pior lugar que eu já estive. Fui humilhada numa sala fechada com 3 enfermeiras e uma assistente social porque eu estava em crise implorando pra ligarem pro meu pai ir me buscar. Disseram que o médico não manda nada e que quem dita as regras são elas. O médico na entrevista não respeitou o direito de privacidade médico paciente fez eu relatar tudo na frente dos meus pais, coisas que eram particulares minhas e que eu não queria que eles soubessem. Me deram remédio que eu disse e avisei na entrevista q tenho fortes efeitos colaterais. Quando meus pais chegaram, não queriam abrir a porta. Queriam de qualquer jeito me manterem lá dentro, mesmo sendo “voluntário” e quando eu vi que lá não era lugar pra minha melhora eu quis ir embora, implorei pra ligarem pro meu pai. Não me deixaram usar o telefone pra receber ligação dos meus pais mesmo eu tendo horário agendado e se eu quisesse era pra agendar outro horário. Eu entrei uma pessoa e saí totalmente traumatizada daquele lugar, eu nunca mais quero nem chegar perto daquele lugar.

  5. Mari Carvalho 3 anos atrás

    A experiência na clínica me ajudou a voltar pra mim. Com a atenção e o respeito da equipe de funcionários me senti segura e tive fé no tratamento. Os outros pacientes me ajudaram a me adaptar e a me movimentar. O olhar do dr Pedro me tocou como a canção que fala que "o samba é a tristeza que balança e a tristeza tem sempre uma esperança". Eu balancei mas segurei na esperança, continuei escutando a natureza no canto dos pássaros e coletei as penas, transformei dores em força com coragem de amar. Da comida também sinto saudades. O professor Francisco de educação física tocou 3 canções especiais na aula e eu lembro da emoção de estar viva, sou grata por cada lágrima solta. Também sou grata pela equipe do laboratório, todos sensíveis. O Rodrigo e a Letícia me recebem toda semana com o profissionalismo mais humano da face dessa Terra, humanos de olhar puro me ajudam muito a me sentir possível. Os dias que eu faltei foi porque eu tava sentindo muito. Sou infinitamente grata pela minha humanidade receber tamanha luz. Amo cada um. O meu sol chega devagar e derruba o assombro exemplar, tô com 41 anos, aprendendo a me amar. Gratidão Vivência

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  1. Andrews Mingatto 4 meses atrás

    No tempo em que eu estive internado nessa hostilidade em 2008 eu não era nada nem ninguém, era tratado e desrespeitado feito bicho. Até na hora do almoço quando eu ia me servir os enfermeiros (até os pacientes) ficavam em cima reparando e regulando a quantidade que eu pegava de comida, aliás, nem deixavam eu me servir, eles que faziam meu prato e colocavam pouca comida que nem matava minha fome direito. Essa clínica é horrível, maldita, hostil e desrespeitosa para com o paciente. Nem pagando eu fui respeitado (você que paga eles que impõem regras e limite sem o menor respeito) e sim tratado feito animal de zoológico. Só me encheram de medicamentos, sarar do meu transtorno psiquiátrico que é bom e maravilhoso nada nem nunca. Minha vivência neste lugar era como se eu fosse detento de cadeia e os enfermeiros os carcereiros.

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  2. Flávia Lewinski Capp 6 meses atrás

    Dra. Sandra e Dra. Aída, melhores profissionais (psiquiatras) que conheci. Sou muito grata. Se não fossem as duas não sei o que seriam de mim. A Bacelar e a Priscila tbm, que são da equipe do HD são maravilhosas. Obrigada por tudo meninas. Que Deus os abençoe sempre. Amo muito.💕

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  3. Mayra Marçal um ano atrás

    Meu relato é bem parecido com o da Vívian, aqui no Google. Me colocaram em uma sala com meu pai e fizeram um monte de perguntas, que eu não gostaria de responder perto dele. Consegui ficar 2 dias na clínica apenas. Me mantinham dopada o dia todo. Enfermeiros nem olhavam na minha cara. Quando solicitei a alta pedido ligaram para o meu pai falando que eu estava muito mal e ele não deveria concordar. No dia seguinte na hora da medicação, não tomei e deixei debaixo da língua e como eles não verificam eu cuspi depois, então menos dopada liguei novamente para o meu pai e ele percebeu que eu estava mais calma. Ainda sim ficaram horas tentando fazer meu pai me deixar lá. Apenas quando citei a lei, que minha internação era voluntária e eles não podiam me obrigar, que agilizaram a alta. Avisei na triagem que eu estava investigando Borderline, e não deram atenção (posteriormente um psiquiatra especialista confirmou o borderline e me disse que a medicação que a clínica me deu não podia ser usada por Borderline). Como um psiquiatra, avisado dessa condição me receita um medicamento que atenua a condição? Para ser justa apenas a comida é boa, e o local limpo. Virou meu pesadelo. Mas agora com o TRATAMENTO CORRETO, COM UM MÉDICO ESPECIALISTA NO QUE EU REALMENTE TENHO estou ótima e sem crises

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  4. Vivian Pereira um ano atrás

    Foi o pior lugar que eu já estive. Fui humilhada numa sala fechada com 3 enfermeiras e uma assistente social porque eu estava em crise implorando pra ligarem pro meu pai ir me buscar. Disseram que o médico não manda nada e que quem dita as regras são elas. O médico na entrevista não respeitou o direito de privacidade médico paciente fez eu relatar tudo na frente dos meus pais, coisas que eram particulares minhas e que eu não queria que eles soubessem. Me deram remédio que eu disse e avisei na entrevista q tenho fortes efeitos colaterais. Quando meus pais chegaram, não queriam abrir a porta. Queriam de qualquer jeito me manterem lá dentro, mesmo sendo “voluntário” e quando eu vi que lá não era lugar pra minha melhora eu quis ir embora, implorei pra ligarem pro meu pai. Não me deixaram usar o telefone pra receber ligação dos meus pais mesmo eu tendo horário agendado e se eu quisesse era pra agendar outro horário. Eu entrei uma pessoa e saí totalmente traumatizada daquele lugar, eu nunca mais quero nem chegar perto daquele lugar.

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  5. Mari Carvalho 3 anos atrás

    A experiência na clínica me ajudou a voltar pra mim. Com a atenção e o respeito da equipe de funcionários me senti segura e tive fé no tratamento. Os outros pacientes me ajudaram a me adaptar e a me movimentar. O olhar do dr Pedro me tocou como a canção que fala que "o samba é a tristeza que balança e a tristeza tem sempre uma esperança". Eu balancei mas segurei na esperança, continuei escutando a natureza no canto dos pássaros e coletei as penas, transformei dores em força com coragem de amar. Da comida também sinto saudades. O professor Francisco de educação física tocou 3 canções especiais na aula e eu lembro da emoção de estar viva, sou grata por cada lágrima solta. Também sou grata pela equipe do laboratório, todos sensíveis. O Rodrigo e a Letícia me recebem toda semana com o profissionalismo mais humano da face dessa Terra, humanos de olhar puro me ajudam muito a me sentir possível. Os dias que eu faltei foi porque eu tava sentindo muito. Sou infinitamente grata pela minha humanidade receber tamanha luz. Amo cada um. O meu sol chega devagar e derruba o assombro exemplar, tô com 41 anos, aprendendo a me amar. Gratidão Vivência

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Até 5 comentários mais recentes devolvidos pela Google Places API na leitura de 23/10/2026. Opiniões dos autores, publicadas no Google Maps.

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Ficha do estabelecimento (CNES)

CNES3022609
TipoHospital Especializado
EsferaPrivado
Natureza jurídicaSOCIEDADE EMPRESARIA LIMITADA
GestãoMunicipal
Atendimentoconvênio · particular
Portepequenopor leitos: ≤ 50 pequeno · 51–150 médio · 151–500 grande · > 500 especial
Serviços especializados0tipos de serviço no CNES
EndereçoRua Olga Di Giorgio Geracci, 566Faz Santa Candida · CEP 13087-546
Telefone37565400
Horário24 horas, todos os diascadastro oficial (CNES)
Atualização no CNES02/07/2024
Leitos por tipo · 2 tipos, 20 leitos
TipoEspecialidadeTotalSUS
Outras especialidadesPSIQUIATRIA100
Hospital-diaSAUDE MENTAL100

Onde fica

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