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Hospital Keila Ferreira

Resumo do Hospital Score

Feito por IA · dados do CNES

Hospital geral privado de porte médio no Jardim Guarulhos, em Guarulhos, com 102 leitos. Tem pronto-socorro 24 horas, maternidade e 30 leitos de UTI (adulto, pediátrica e neonatal), além de 25 leitos de pediatria e serviço de diagnóstico por imagem. Atende por convênio e particular; não atende pelo SUS.

Escrito por IA só com o cadastro do Ministério da Saúde (CNES, set/2026) e conferido contra os números do cadastro.

Privado · convênio e particular PS 24h porte médio · 102 leitos

Para que serve · leitos e serviços cadastrados no CNES (set/2026)
  • PS 24h
  • Maternidade 8 leitos
  • UTI adulto 10 leitos
  • UTI pediátrica 10 leitos
  • UTI neonatal 10 leitos
  • Pediatria 25 leitos
  • Diagnóstico por imagem serviço
Nota no Google2,4 ★1.906 avaliações · 23/10/2026
Leitos1020 SUS · 30 de UTI · CNES set/2026
Ranking na região191º de 229Grande São Paulo

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  1. Daniel Silva um mês atrás

    eu cheguei no local as 22:00 horas , agora exatamente 2:24 meu filho passou por apenas 1 inalação,e não tem médicos nas 6 salas, ele precisa tomar a 2ª inalação de adrenalina, e simplesmente eles não tem remédios, eles precisam pedir os remédios para uma "" farmácia "" que trás os remédios, ou seja você espera 30 ou 40 minutos, uma mulher descer com uma bandejinha minúscula com 3 ou 4 remédios para distribuir para várias crianças esperando, uma coisa totalmente sem sentido para remédios que não precisam resfriamento, ou que poderiam ser armazenados já no local correto, poderiam mudar a forma de trabalhar completamente errada, principalmente na parte de médicos que simplesmente somem por 30 minutos das salas sem sequer prestar uma satisfação com quem já está a mais de 4 horas pra tomar uma inalação.....isso tudo com apenas umas 6 ou 7 pessoas, completamente sem capacidade de receber pessoas esse local.....as enfermeiras são atenciosas más são travadas de trabalhar pela má organização do lugar no que se diz respeito a agilidade

  2. Bruno Florentino 2 meses atrás

    Péssima experiência no Hospital de Urgência NotreDame Intermédica, em Guarulhos. Chegamos por volta das 4h30 da manhã com minha esposa grávida e com dificuldade para respirar. Fomos encaminhados para locais errados até chegar ao setor de gestantes, onde encontramos o totem quebrado e o elevador sem funcionamento. Ao pedir orientação, fui tratado de forma grosseira pela funcionária Magda. Minha esposa permaneceu cerca de 1h10 aguardando atendimento, mesmo com poucos pacientes no local. Depois, ainda houve demora para avaliação médica, dificuldade para localizar um clínico e, posteriormente, o medicamento prescrito não estava disponível no próprio hospital. O atendimento começou por volta das 4h30 e só fomos liberados aproximadamente às 9h50, após mais de cinco horas no hospital, sem melhora satisfatória da minha esposa. Considero inadmissível que um serviço de urgência apresente problemas básicos de funcionamento, demora excessiva e dificuldades na condução de um atendimento envolvendo uma gestante com dificuldade respiratória. Possuímos fotos e registros do ocorrido. Espero que a NotreDame Intermédica apure os fatos e tome providências para que outros pacientes não passem pela mesma situação.

  3. Luana Borges 2 meses atrás

    Venho, por meio desta, registrar minha profunda indignação no atendimento prestado pelo Hospital Keila Ferreira – Hapvida NotreDame Intermédica, em relação à internação da minha filha, Manuela, de apenas 8 anos de idade. A internação foi agendada para o dia 25/07/2026 (sábado), com a realização dos exames em 26/07/2026 (domingo). Fomos orientadas de que o preparo para a colonoscopia seria realizado no próprio hospital. Minha filha encontrava-se apenas em jejum, conforme orientação recebida. Após a internação, informamos novamente à equipe que o preparo seria feito no hospital. O enfermeiro iniciou o procedimento, administrando a medicação e realizando uma lavagem intestinal de 100 ml. Por volta das 2h da manhã, orientou que minha filha caminhasse para potencializar o efeito do medicamento. Fizemos exatamente tudo o que foi solicitado, e ela começou a evacuar. Às 5h da manhã, o enfermeiro informou que haveria troca de plantão e que a enfermeira Vitória daria continuidade ao preparo. No entanto, até aproximadamente 8h ninguém compareceu. Somente por volta das 9h outra enfermeira entrou no quarto informando que minha filha já seria encaminhada para o exame. Naquele momento, questionei que o preparo não havia sido concluído, inclusive mostrando registros e fotos. Ainda assim, fui informada de que seria possível realizar o exame daquela forma e que o médico havia concordado. Ao final, fomos informadas de que a colonoscopia não pôde ser realizada adequadamente porque o preparo

  4. vitoria alves 3 meses atrás

    Minha experiência foi muito ruim. Cheguei à unidade às 11h44 para realizar um ultrassom solicitado pelo médico. Informei minha chegada à recepção e a única orientação que recebi foi para aguardar que ia chamar pelo nome .Em nenhum momento as atendentes informaram que era necessário colocar meu nome em uma lista de espera. Enquanto eu aguardava, diversas pessoas que chegaram depois de mim foram chamadas para o exame. O médico saiu para o horário de almoço, retornou e continuou chamando outros pacientes que haviam chegado depois de mim. Somente mais tarde, uma auxiliar do médico perguntou meu nome e informou que eu precisava tê-lo colocado em uma lista. Se ela não tivesse percebido a situação, eu provavelmente continuaria esperando sem qualquer atendimento. Quando questionei a recepção, apenas responderam que a demora era "normal", ignorando o fato de que o problema não era o tempo de espera, mas a falta de informação e de organização. Fiquei aguardando das 11h44 até as 14h50, sem almoçar, apenas para realizar o ultrassom. Depois disso, ainda precisei subir novamente para passar pelo retorno médico. Além disso, durante a espera, as atendentes frequentemente deixavam a recepção vazia, utilizavam o celular e, em alguns momentos, nem ouviam direito o que os pacientes perguntavam. Era comum chegarem pessoas buscando informações e não haver ninguém disponível para atendê-las. Entendo que exames sem horário marcado podem exigir espera, mas isso não justifica a falta de orientação e o

  5. Larissa Giovanna albuquerque carreira 3 meses atrás

    Na segunda-feira, procurei atendimento no pronto-socorro do Hospital Keila Ferreira e fui atendida pelo Dr. Gabriel Hiromu. Inicialmente, fui bem atendida. Cheguei com fortes dores de cabeça, dor de garganta, muita tosse e sensação de pulmão congestionado. Após a consulta, fui diagnosticada com sinusite, recebi prescrição de medicamentos e uma medicação injetável solicitada por mim. Durante o atendimento, informei que havia acordado às 3h da manhã com muitas dores, não consegui dormir novamente e, por esse motivo, não consegui comparecer ao trabalho naquele dia. Ao final da consulta, solicitei um atestado médico, mas o médico informou que a diretoria do hospital estaria restringindo a emissão de atestados para casos de gripe, resfriado e sinusite, fornecendo apenas uma declaração de comparecimento. Questionei como poderia trabalhar sentindo tantas dores e recebi a resposta de que a medicação faria efeito e eu melhoraria. Considero essa situação extremamente preocupante. Nem sempre a melhora é imediata, e cada paciente reage de forma diferente ao tratamento. Inclusive, continuei sentindo fortes dores durante o restante do dia e não tive condições de retornar ao trabalho. Também me pergunto: se eu estivesse com uma doença transmissível, como COVID-19 ou influenza, seria correto retornar ao ambiente de trabalho e expor outras pessoas ao risco de contágio? Sou cliente do convênio há quatro anos e utilizei o pronto-socorro poucas vezes nesse período. Esperava mais compreensão

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  1. Daniel Silva um mês atrás

    eu cheguei no local as 22:00 horas , agora exatamente 2:24 meu filho passou por apenas 1 inalação,e não tem médicos nas 6 salas, ele precisa tomar a 2ª inalação de adrenalina, e simplesmente eles não tem remédios, eles precisam pedir os remédios para uma "" farmácia "" que trás os remédios, ou seja você espera 30 ou 40 minutos, uma mulher descer com uma bandejinha minúscula com 3 ou 4 remédios para distribuir para várias crianças esperando, uma coisa totalmente sem sentido para remédios que não precisam resfriamento, ou que poderiam ser armazenados já no local correto, poderiam mudar a forma de trabalhar completamente errada, principalmente na parte de médicos que simplesmente somem por 30 minutos das salas sem sequer prestar uma satisfação com quem já está a mais de 4 horas pra tomar uma inalação.....isso tudo com apenas umas 6 ou 7 pessoas, completamente sem capacidade de receber pessoas esse local.....as enfermeiras são atenciosas más são travadas de trabalhar pela má organização do lugar no que se diz respeito a agilidade

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  2. Bruno Florentino 2 meses atrás

    Péssima experiência no Hospital de Urgência NotreDame Intermédica, em Guarulhos. Chegamos por volta das 4h30 da manhã com minha esposa grávida e com dificuldade para respirar. Fomos encaminhados para locais errados até chegar ao setor de gestantes, onde encontramos o totem quebrado e o elevador sem funcionamento. Ao pedir orientação, fui tratado de forma grosseira pela funcionária Magda. Minha esposa permaneceu cerca de 1h10 aguardando atendimento, mesmo com poucos pacientes no local. Depois, ainda houve demora para avaliação médica, dificuldade para localizar um clínico e, posteriormente, o medicamento prescrito não estava disponível no próprio hospital. O atendimento começou por volta das 4h30 e só fomos liberados aproximadamente às 9h50, após mais de cinco horas no hospital, sem melhora satisfatória da minha esposa. Considero inadmissível que um serviço de urgência apresente problemas básicos de funcionamento, demora excessiva e dificuldades na condução de um atendimento envolvendo uma gestante com dificuldade respiratória. Possuímos fotos e registros do ocorrido. Espero que a NotreDame Intermédica apure os fatos e tome providências para que outros pacientes não passem pela mesma situação.

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  3. Luana Borges 2 meses atrás

    Venho, por meio desta, registrar minha profunda indignação no atendimento prestado pelo Hospital Keila Ferreira – Hapvida NotreDame Intermédica, em relação à internação da minha filha, Manuela, de apenas 8 anos de idade. A internação foi agendada para o dia 25/07/2026 (sábado), com a realização dos exames em 26/07/2026 (domingo). Fomos orientadas de que o preparo para a colonoscopia seria realizado no próprio hospital. Minha filha encontrava-se apenas em jejum, conforme orientação recebida. Após a internação, informamos novamente à equipe que o preparo seria feito no hospital. O enfermeiro iniciou o procedimento, administrando a medicação e realizando uma lavagem intestinal de 100 ml. Por volta das 2h da manhã, orientou que minha filha caminhasse para potencializar o efeito do medicamento. Fizemos exatamente tudo o que foi solicitado, e ela começou a evacuar. Às 5h da manhã, o enfermeiro informou que haveria troca de plantão e que a enfermeira Vitória daria continuidade ao preparo. No entanto, até aproximadamente 8h ninguém compareceu. Somente por volta das 9h outra enfermeira entrou no quarto informando que minha filha já seria encaminhada para o exame. Naquele momento, questionei que o preparo não havia sido concluído, inclusive mostrando registros e fotos. Ainda assim, fui informada de que seria possível realizar o exame daquela forma e que o médico havia concordado. Ao final, fomos informadas de que a colonoscopia não pôde ser realizada adequadamente porque o preparo

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  4. vitoria alves 3 meses atrás

    Minha experiência foi muito ruim. Cheguei à unidade às 11h44 para realizar um ultrassom solicitado pelo médico. Informei minha chegada à recepção e a única orientação que recebi foi para aguardar que ia chamar pelo nome .Em nenhum momento as atendentes informaram que era necessário colocar meu nome em uma lista de espera. Enquanto eu aguardava, diversas pessoas que chegaram depois de mim foram chamadas para o exame. O médico saiu para o horário de almoço, retornou e continuou chamando outros pacientes que haviam chegado depois de mim. Somente mais tarde, uma auxiliar do médico perguntou meu nome e informou que eu precisava tê-lo colocado em uma lista. Se ela não tivesse percebido a situação, eu provavelmente continuaria esperando sem qualquer atendimento. Quando questionei a recepção, apenas responderam que a demora era "normal", ignorando o fato de que o problema não era o tempo de espera, mas a falta de informação e de organização. Fiquei aguardando das 11h44 até as 14h50, sem almoçar, apenas para realizar o ultrassom. Depois disso, ainda precisei subir novamente para passar pelo retorno médico. Além disso, durante a espera, as atendentes frequentemente deixavam a recepção vazia, utilizavam o celular e, em alguns momentos, nem ouviam direito o que os pacientes perguntavam. Era comum chegarem pessoas buscando informações e não haver ninguém disponível para atendê-las. Entendo que exames sem horário marcado podem exigir espera, mas isso não justifica a falta de orientação e o

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  5. Larissa Giovanna albuquerque carreira 3 meses atrás

    Na segunda-feira, procurei atendimento no pronto-socorro do Hospital Keila Ferreira e fui atendida pelo Dr. Gabriel Hiromu. Inicialmente, fui bem atendida. Cheguei com fortes dores de cabeça, dor de garganta, muita tosse e sensação de pulmão congestionado. Após a consulta, fui diagnosticada com sinusite, recebi prescrição de medicamentos e uma medicação injetável solicitada por mim. Durante o atendimento, informei que havia acordado às 3h da manhã com muitas dores, não consegui dormir novamente e, por esse motivo, não consegui comparecer ao trabalho naquele dia. Ao final da consulta, solicitei um atestado médico, mas o médico informou que a diretoria do hospital estaria restringindo a emissão de atestados para casos de gripe, resfriado e sinusite, fornecendo apenas uma declaração de comparecimento. Questionei como poderia trabalhar sentindo tantas dores e recebi a resposta de que a medicação faria efeito e eu melhoraria. Considero essa situação extremamente preocupante. Nem sempre a melhora é imediata, e cada paciente reage de forma diferente ao tratamento. Inclusive, continuei sentindo fortes dores durante o restante do dia e não tive condições de retornar ao trabalho. Também me pergunto: se eu estivesse com uma doença transmissível, como COVID-19 ou influenza, seria correto retornar ao ambiente de trabalho e expor outras pessoas ao risco de contágio? Sou cliente do convênio há quatro anos e utilizei o pronto-socorro poucas vezes nesse período. Esperava mais compreensão

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Até 5 comentários mais recentes devolvidos pela Google Places API na leitura de 23/10/2026. Opiniões dos autores, publicadas no Google Maps.

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Ficha do estabelecimento (CNES)

CNES9255826
TipoHospital Geral
EsferaPrivado
Natureza jurídicaSOCIEDADE ANONIMA FECHADA
GestãoMunicipal
Atendimentoconvênio · particular
Portemédiopor leitos: ≤ 50 pequeno · 51–150 médio · 151–500 grande · > 500 especial
Serviços especializados8tipos de serviço no CNES
EndereçoTiradentes, 1015 – 1 037Jardim Guarulhos · CEP 07090-000
Telefone11 31552000
Horário24 horas, todos os diascadastro oficial (CNES)
Atualização no CNES08/05/2026
Leitos por tipo · 9 tipos, 102 leitos
TipoEspecialidadeTotalSUS
CirúrgicoCIRURGIA GERAL200
PediátricoPEDIATRIA CLINICA190
ClínicoCLINICA GERAL190
Complementar (UTI/UCI)UTI PEDIATRICA - TIPO II100
Complementar (UTI/UCI)UTI-A TIPO II100
Complementar (UTI/UCI)UTI NEONATAL - TIPO II100
PediátricoPEDIATRIA CIRURGICA60
ObstétricoOBSTETRICIA CLINICA60
ObstétricoOBSTETRICIA CIRURGICA20
Serviços e especialidades (CNES) · 8
  • Serviço de Atenção ao Pre-Natal, Parto e Nascimento
  • Serviço de Diagnóstico por Imagem
  • Serviço de Farmacia
  • Serviço de Urgência e Emergência
  • Serviço de Endoscopia
  • Serviço de Diagnóstico de Laboratório Clínico
  • Serviço de Terapia Intensiva
  • Comissões e Comitês

Onde fica

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