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Hospital Santa Helena Santo André

Resumo do Hospital Score

Feito por IA · dados do CNES

Hospital geral privado de porte médio na Vila Alzira, em Santo André, com 110 leitos, 16 deles de oncologia. Tem pronto-socorro 24 horas e serviços de cardiologia e diagnóstico por imagem. Atende por convênio e particular; não atende pelo SUS.

Escrito por IA só com o cadastro do Ministério da Saúde (CNES, set/2026) e conferido contra os números do cadastro.

Privado · convênio e particular PS 24h porte médio · 110 leitos

Para que serve · leitos e serviços cadastrados no CNES (set/2026)
  • PS 24h
  • Oncologia 16 leitos
  • Cardiologia serviço
  • Diagnóstico por imagem serviço
Nota no Google3,0 ★755 avaliações · 23/10/2026
Leitos1100 SUS · CNES set/2026
Ranking na região145º de 229Grande São Paulo

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  1. ERICK LISBOA 2 meses atrás

    No dia 15 de agosto, minha avó precisou realizar um implante de marca-passo. A cirurgia começou às 8h20 e foi concluída por volta das 11h. Reconheço o bom trabalho dos médicos e enfermeiros, que demonstraram competência e dedicação. No entanto, o atendimento nos guichês e, principalmente, o serviço terceirizado de ambulância deixaram muito a desejar. Após a cirurgia, minha avó necessitava de acompanhamento adequado: controle de pressão, alimentação e cuidados básicos no pós-operatório. Infelizmente, a ambulância chamada para levá-la à unidade de São Bernardo para recuperação só chegou depois das 17h — mais de seis horas de espera. Durante esse tempo, ela ficou sem alimentação, só comemos porque solicitei e sem o suporte necessário. As enfermeiras, embora atenciosas, não tinham como resolver a situação, pois a responsabilidade é do serviço de transporte terceirizado, que demonstrou total descaso e burocracia. É inadmissível que uma paciente idosa, em recuperação de uma cirurgia cardíaca, seja deixada sem cuidados essenciais por falhas administrativas. É profundamente frustrante pagar este plano de saúde há mais de 30 anos e ver minha avó ser tratada com tamanha negligência. O mínimo esperado é dignidade e respeito, não abandono.

  2. Giulia Giro 2 meses atrás

    deixo aq a minha bela insatisfação com o hospital, primeiramente a perna do meu vô travou e não conseguia andar chamamos a ambulância deles, aonde pagamos a mais para ter acesso a ambulância e simplismente a médica falou para dar um remédio para ele relaxar e se nn passa-se depois de 4h ligaríamos novamente para eles, sendo que ele é um senhor de 94 anos, estava com a diabete e a pressão lá em cima e as pernas e braços sem movimento, no final tivemos que chamar o samuel aonde deu todo o suporte, aí ele foi levado para o hospital e simplismente nn examinaram ele e não deram nada para a dor dele, demoraram 8h para fazer o exame dele, aí ele teve que ficar lá, e não tiveram nem o cuidado de colocar ele em algum quarto ou no mínimo em uma maca, ele teve que passar a noite toda na sala aonde fazem acesso com muita dor, o atendimento é às moças eram todas extremamente mau educadas, tentamos encaminhar ele para outro hospital e enrolavam a gente até o fim, sinceramente era melhor ter ido no sus doque nessa bomba, estou completamente indignada, além disso vi várias pessoas passando por sufocos maiores, muito triste isso

  3. Daiana Chagas Silva 3 meses atrás

    Venho por meio desta manifestar minha indignação quanto a esse hospital. Meu pai internou para retirada de um tumor (pequeno) no estômago. Vale ressaltar que todos os outros exames do meu pai, estavam todos bons. A cirurgia foi mal sucedida, pois houve uma ruptura em um dos pontos. Ruptura essa que foi identificada no sábado e só refizeram a cirurgia na terça seguinte. Ocasionando uma infecção, ao visitarmos meu pai identificamos que estava com dificuldade em sua respiração, procuramos a enfermeira, pois é quase impossível encontrar com um médico. Ela analisou, chamou a fisio e disse que era normal pois meu pai era fumante há um tempo considerável. Dias depois a dificuldade de respiração aumentou e ele precisou de oxigênio permanecendo na UTI, apresentou melhoras clínicas e nos exames, recebeu alta da UTI e foi para o quarto, estava bem, falando, se alimentando via oral. Precisamos nos ausentar de sua internação por algumas horas, sendo deixado em supervisão as 18:00 e quando cheguei para acompanhá-lo durante a noite, recebi a notícia que ele tinha falecido ás 20:12 sem explicação, pois as médicas que me deram a notícia não souberam explicar o que causou a insuficiência respiratória, não sabe se lhe deram água e culminou no engasgo. Não sabemos quanto tempo demoraram para lhe prestar o devido socorro. Simplesmente não sabem informar o que aconteceu. Qual a explicação de alguém vir a óbito horas depois de receber alta da UTI, retomar a deitar via oral e está bem?

  4. Girl Lkn 5 meses atrás

    Venho contar uma experiência que tem meses mas que não poderia deixar de relatar, pois sei que como eu, muitas pessoas se preocupam quando precisam de hospital. A gente tem medo de não ser bem atendido, de não ser cuidado, a gente fica apreensivo com tudo. No dia 20 de dezembro de 2026, eu tive a pior crise de dor da vida. Era uma dor que vinha se arrastando a meses, e que em outros hospitais, só me medicavam e mandavam pra casa. Ao chegar no Hospital Santa Helena, fui atendida pela Dra. Clarice Arruda. De uma gentileza ímpar, ela me examinou fisicamente e me mandou imediatamente para um ultrassom abdominal. Suspeita confirmada, pedra na vesícula. Mas ela não se conformou com uma imagem não tão nítida. Me explicou tudo de uma maneira humana, porque viu o quanto fiquei assustada em saber que meu caso seria cirúrgico. Daí pra frente foi exames laboratoriais e uma tomografia (inclusive, o técnico que me atendeu, eu não me lembro seu nome, mas a sua gentileza e respeito estarão gravadas pra sempre em mim). Após algumas horas, fui internada, e nos 3 dias que se decorreram até eu de fato ser operada, fui extremamente bem cuidada, pelas enfermeiras (que não vou colocar todos os nomes pois com certeza faltará alguma) e pelos médicos. No dia da cirurgia a Dra. Íris foi até o meu quarto e me explicou tudo que aconteceria. Me disse que era a instrumentadora e que estaria comigo em todo o procedimento. Isso foi fundamental pois, quando cheguei à sala inóspita que é um centro cirúrgic

  5. Amanda Antunes 5 meses atrás

    Venho, por meio desta, manifestar minha profunda indignação e registrar uma reclamação formal a respeito do atendimento prestado ao meu pai Laudemir Antunes ,no dia 22/04 por volta das 14:00 dei entrada com o mesmo nesse hospital , o mesmo estava sentindo dores forte no peito , fadiga e pernas inchadas ( com feridas ).. devido a retenção de líquidos e problemas cardíacos que ele tem há alguns anos. Passamos com uma tal Dra com o nome de Carla Cristina , a mesma solicitou coletagem de sangue, urina , medicação ( fureosemida) na veia e eco . Após meu pai fazer todos os exames e retornar com ela , a mesma só pediu pra ele aumentar a dosagem de uma medicação que ele usa contínuo pra desinchar as pernas . Apesar do quadro dele , a equipe médica optou por dar alta , sem nenhuma possibilidade de internação ou dele ficar em observação. Até questionei , se ele n melhora-se toda vez que fosse retornar , se iria só aumentar a medicação que ele já toma , simplesmente a tal Dra pediu pra ir acompanhando . Saímos de lá 4:00 depois ( que foi um descaso tremendo) , na hora de ir embora ele mal conseguia andar por conta da falta de ar que estava sentindo, a segurança feminina que estava no Plantão até pediu para que ele ficasse sentado , tive que buscar o carro no estacionamento ao lado e parar na porta , porque ele não estava conseguindo caminhar . Por volta das 22:30 meu pai sentiu a mesma dor , só que não teve a “sorte” de retornar no hospital . Veio ter um infarto fuminante no seu quintal

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  1. ERICK LISBOA 2 meses atrás

    No dia 15 de agosto, minha avó precisou realizar um implante de marca-passo. A cirurgia começou às 8h20 e foi concluída por volta das 11h. Reconheço o bom trabalho dos médicos e enfermeiros, que demonstraram competência e dedicação. No entanto, o atendimento nos guichês e, principalmente, o serviço terceirizado de ambulância deixaram muito a desejar. Após a cirurgia, minha avó necessitava de acompanhamento adequado: controle de pressão, alimentação e cuidados básicos no pós-operatório. Infelizmente, a ambulância chamada para levá-la à unidade de São Bernardo para recuperação só chegou depois das 17h — mais de seis horas de espera. Durante esse tempo, ela ficou sem alimentação, só comemos porque solicitei e sem o suporte necessário. As enfermeiras, embora atenciosas, não tinham como resolver a situação, pois a responsabilidade é do serviço de transporte terceirizado, que demonstrou total descaso e burocracia. É inadmissível que uma paciente idosa, em recuperação de uma cirurgia cardíaca, seja deixada sem cuidados essenciais por falhas administrativas. É profundamente frustrante pagar este plano de saúde há mais de 30 anos e ver minha avó ser tratada com tamanha negligência. O mínimo esperado é dignidade e respeito, não abandono.

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  2. Giulia Giro 2 meses atrás

    deixo aq a minha bela insatisfação com o hospital, primeiramente a perna do meu vô travou e não conseguia andar chamamos a ambulância deles, aonde pagamos a mais para ter acesso a ambulância e simplismente a médica falou para dar um remédio para ele relaxar e se nn passa-se depois de 4h ligaríamos novamente para eles, sendo que ele é um senhor de 94 anos, estava com a diabete e a pressão lá em cima e as pernas e braços sem movimento, no final tivemos que chamar o samuel aonde deu todo o suporte, aí ele foi levado para o hospital e simplismente nn examinaram ele e não deram nada para a dor dele, demoraram 8h para fazer o exame dele, aí ele teve que ficar lá, e não tiveram nem o cuidado de colocar ele em algum quarto ou no mínimo em uma maca, ele teve que passar a noite toda na sala aonde fazem acesso com muita dor, o atendimento é às moças eram todas extremamente mau educadas, tentamos encaminhar ele para outro hospital e enrolavam a gente até o fim, sinceramente era melhor ter ido no sus doque nessa bomba, estou completamente indignada, além disso vi várias pessoas passando por sufocos maiores, muito triste isso

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  3. Daiana Chagas Silva 3 meses atrás

    Venho por meio desta manifestar minha indignação quanto a esse hospital. Meu pai internou para retirada de um tumor (pequeno) no estômago. Vale ressaltar que todos os outros exames do meu pai, estavam todos bons. A cirurgia foi mal sucedida, pois houve uma ruptura em um dos pontos. Ruptura essa que foi identificada no sábado e só refizeram a cirurgia na terça seguinte. Ocasionando uma infecção, ao visitarmos meu pai identificamos que estava com dificuldade em sua respiração, procuramos a enfermeira, pois é quase impossível encontrar com um médico. Ela analisou, chamou a fisio e disse que era normal pois meu pai era fumante há um tempo considerável. Dias depois a dificuldade de respiração aumentou e ele precisou de oxigênio permanecendo na UTI, apresentou melhoras clínicas e nos exames, recebeu alta da UTI e foi para o quarto, estava bem, falando, se alimentando via oral. Precisamos nos ausentar de sua internação por algumas horas, sendo deixado em supervisão as 18:00 e quando cheguei para acompanhá-lo durante a noite, recebi a notícia que ele tinha falecido ás 20:12 sem explicação, pois as médicas que me deram a notícia não souberam explicar o que causou a insuficiência respiratória, não sabe se lhe deram água e culminou no engasgo. Não sabemos quanto tempo demoraram para lhe prestar o devido socorro. Simplesmente não sabem informar o que aconteceu. Qual a explicação de alguém vir a óbito horas depois de receber alta da UTI, retomar a deitar via oral e está bem?

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  4. Girl Lkn 5 meses atrás

    Venho contar uma experiência que tem meses mas que não poderia deixar de relatar, pois sei que como eu, muitas pessoas se preocupam quando precisam de hospital. A gente tem medo de não ser bem atendido, de não ser cuidado, a gente fica apreensivo com tudo. No dia 20 de dezembro de 2026, eu tive a pior crise de dor da vida. Era uma dor que vinha se arrastando a meses, e que em outros hospitais, só me medicavam e mandavam pra casa. Ao chegar no Hospital Santa Helena, fui atendida pela Dra. Clarice Arruda. De uma gentileza ímpar, ela me examinou fisicamente e me mandou imediatamente para um ultrassom abdominal. Suspeita confirmada, pedra na vesícula. Mas ela não se conformou com uma imagem não tão nítida. Me explicou tudo de uma maneira humana, porque viu o quanto fiquei assustada em saber que meu caso seria cirúrgico. Daí pra frente foi exames laboratoriais e uma tomografia (inclusive, o técnico que me atendeu, eu não me lembro seu nome, mas a sua gentileza e respeito estarão gravadas pra sempre em mim). Após algumas horas, fui internada, e nos 3 dias que se decorreram até eu de fato ser operada, fui extremamente bem cuidada, pelas enfermeiras (que não vou colocar todos os nomes pois com certeza faltará alguma) e pelos médicos. No dia da cirurgia a Dra. Íris foi até o meu quarto e me explicou tudo que aconteceria. Me disse que era a instrumentadora e que estaria comigo em todo o procedimento. Isso foi fundamental pois, quando cheguei à sala inóspita que é um centro cirúrgic

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  5. Amanda Antunes 5 meses atrás

    Venho, por meio desta, manifestar minha profunda indignação e registrar uma reclamação formal a respeito do atendimento prestado ao meu pai Laudemir Antunes ,no dia 22/04 por volta das 14:00 dei entrada com o mesmo nesse hospital , o mesmo estava sentindo dores forte no peito , fadiga e pernas inchadas ( com feridas ).. devido a retenção de líquidos e problemas cardíacos que ele tem há alguns anos. Passamos com uma tal Dra com o nome de Carla Cristina , a mesma solicitou coletagem de sangue, urina , medicação ( fureosemida) na veia e eco . Após meu pai fazer todos os exames e retornar com ela , a mesma só pediu pra ele aumentar a dosagem de uma medicação que ele usa contínuo pra desinchar as pernas . Apesar do quadro dele , a equipe médica optou por dar alta , sem nenhuma possibilidade de internação ou dele ficar em observação. Até questionei , se ele n melhora-se toda vez que fosse retornar , se iria só aumentar a medicação que ele já toma , simplesmente a tal Dra pediu pra ir acompanhando . Saímos de lá 4:00 depois ( que foi um descaso tremendo) , na hora de ir embora ele mal conseguia andar por conta da falta de ar que estava sentindo, a segurança feminina que estava no Plantão até pediu para que ele ficasse sentado , tive que buscar o carro no estacionamento ao lado e parar na porta , porque ele não estava conseguindo caminhar . Por volta das 22:30 meu pai sentiu a mesma dor , só que não teve a “sorte” de retornar no hospital . Veio ter um infarto fuminante no seu quintal

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Até 5 comentários mais recentes devolvidos pela Google Places API na leitura de 23/10/2026. Opiniões dos autores, publicadas no Google Maps.

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Ficha do estabelecimento (CNES)

CNES3528596
TipoHospital Geral
EsferaPrivado
Natureza jurídicaSOCIEDADE ANONIMA FECHADA
GestãoMunicipal
Atendimentoconvênio · particular
Portemédiopor leitos: ≤ 50 pequeno · 51–150 médio · 151–500 grande · > 500 especial
Serviços especializados6tipos de serviço no CNES
EndereçoManoel Vaz, 3559 – Anexo Rua Tamoios NVila Alzira · CEP 09015-410
Telefone11 49727155
Horário24 horas, todos os diascadastro oficial (CNES)
Atualização no CNES30/09/2025
Leitos por tipo · 4 tipos, 110 leitos
TipoEspecialidadeTotalSUS
ClínicoCLINICA GERAL600
CirúrgicoCIRURGIA GERAL310
ClínicoONCOLOGIA160
Complementar (UTI/UCI)UNIDADE ISOLAMENTO30
Serviços e especialidades (CNES) · 6
  • Serviço de Atenção Cardiovascular / Cardiologia
  • Serviço de Cirurgia Reparadora
  • Serviço de Diagnóstico por Imagem
  • Serviço de Diagnóstico por Metodos Graficos Dinamicos
  • Serviço de Urgência e Emergência
  • Comissões e Comitês

Onde fica

Perto daqui

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